segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Amy Winehouse S2 Blake


Fiz este acessório para cabelo (ou roupa), para presentear a querida sósia de Amy Winehouse, Carina Brandão. Você pode conhecê-la melhor aqui.

O acessório foi inspirado em tatuagens dos anos 50 e na mesma peça vista em Amy Winehouse, em algumas ocasiões, tornando-se uma adição icônica ao seu penteado. Numa forma criativa e divertida de ostentar seu amor por Blake Fielder.



Esta peça foi confecionada em couro ecológico, costurada à mão (peça artesanal) e as letras do nome "Blake" em paetês. Atrás possui uma presilha, tipo "tic tac", para ser presa ao cabelo. Possui aproximadamente 10 x 10 cm.

Se você preferir, a presilha "tic tac" pode ser substituída por um alfinete (tipo broche) ou tiara. E vc pode escolher qualquer outro nome ou palavra (de até 6 letras)

Quer um? Me escreva: dias.prd@gmail.com



Amy e Blake Fielder – assistente de realização na área da música – conheceram-se num bar, em Camden Town. Logo ficaram apaixonados e iniciaram uma relação. Quase em simultâneo com o florescimento do novo amor, começaram a aparecer nos jornais as primeiras imagens de Amy completamente bêbada e em situações confrangedoras. "Quando se tem uma personalidade propensa para o vício, facilmente se passa de um veneno para outro. E, como ele não consumia erva, passei a beber mais e a fumar menos" - admitiu Winehouse, numa entrevista à Rolling Stone, em 2007.



A relação tornou-se obsessiva. Blake tatuou o nome dela atrás da orelha direita e ela, o nome dele no peito, sobre o coração.



Um ano depois do início do romance deu-se a separação. Blake voltou para a ex-namorada e Amy caiu em depressão. Mas a tristeza profunda em que se afundou potencializou o seu talento criativo. E, foi de coração partido que compôs todos os temas de Back to Black. "Todos os dias acordava, começava a beber, chorava e ouvia as Shangri-Las (grupo pop norte-americano dos anos 60). Como não queria me limitar a fazer isso, comecei a escrever canções", explicou a cantora ao Los Angeles Times.




Ao mesmo tempo em que os males de amor a inspiraram para as letras, a bebida iluminou-lhe a arte da composição. "A mentalidade associada à erva é muito hip-hop e quando fiz o meu primeiro disco ouvia muito jazz e muito hip-hop. É também uma mentalidade muito defensiva, muito ‘vai se foder, você não me conhece!’. Já a mentalidade associada à bebida é muito mais ‘uau, te adoro, vou te amar sempre mesmo que nunca olhe para mim...", disse à Rolling Stone, explicando a mudança de uma sonoridade jazzística – em Frank (seu primeiro álbum) – para o ambiente rhythm and blues dos anos 60 que preenche o álbum Back to Black.

Com o segundo trabalho discográfico, produzido por Mark Ronson, Amy conquistou o planeta: vendeu mais de 10 milhões de cópias, arrecadou cinco Grammys e escalou até ao sexto lugar na tabela de vendas nos EUA – nunca uma cantora britânica chegara tão alto.

Da mesma forma que o mundo se rendia à sua voz de contralto, triste e quente, "como um coração partido que marinou durante muito tempo em uísque e cigarros" – escrevia a Rolling Stone –, a decadência física provocada pelo consumo de drogas e álcool tornava-se cada vez mais nítida. Sucediam-se os concertos em que Amy se revelava incapaz de cantar e proliferavam, nas mídias e tablóides, fotografias e vídeos reveladores de uma mulher desfeita e prestes a cair aos pedaços.


A reconciliação com Blake e o casamento-relâmpago que ambos celebraram em Miami, em 2007, não serviram para esconder os sintomas, muito pelo contrário. Pouco tempo depois das juras de amor, surgiram imagens dos dois discutindo no Soho, em Londres, ambos ensanguentados e visivelmente alterados. Nesse mesmo ano Fielder foi preso e condenado a 27 meses de cadeia por agredir o dono de um bar e, por depois tentar suborná-lo com 200 mil libras para que não apresentasse queixa. Em 2008 a degradação de Winehouse era tão evidente que os pais da cantora começaram a antecipar o pior. "Estamos a vendo-a matar-se aos poucos. É como assistir a um acidente de carro. Já mentalizei a sua morte o suficiente para lhe perguntar em que cemitério quer ser enterrada", comentava a mãe numa entrevista.

O divórcio, assinado em 2009, também não serviu para afastar os demônios que a atormentavam. Entrou e saiu de várias clínicas de reabilitação, cancelou concertos e aniquilou aos poucos as esperanças que todos depositavam na sua recuperação.

Por ironia ou capricho do destino, a morte chegou quando a vida parecia voltar a sorrir-lhe. "Há muito tempo que ela não estava tão feliz. Tinha um novo amor e queria ultrapassar a dependência de drogas. Saber que ela não estava deprimida e que morreu alegre faz com que nos sintamos um pouco melhor", sublinhou o pai durante o funeral da cantora no último dia 27/07/2011.

3 comentários:

«Andréa» disse...

Amei, Cícia!!!! Parabéns mais uma vez pelo talento e criatividade... fico pensanso "ai... até onde vai a mente criativa dessa minha irmãzinha"... 'No limits'.... hshshshs. Bjssss. Te amoooooo...

Carina Brandão disse...

Nossa, amei! Fiquei tão feliz vc nem imagina! Ficou perfeito, só vou usar ele. Muito obrigada pelo carinho, você é um amor!

Carina Brandão disse...

Também fiz uma homenagem à você no meu blog

http://modacarina.blogspot.com/2011/08/que-presentao.html

Muito obrigada!

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