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quinta-feira, 19 de março de 2015

Keith Richards (Rolling Stones)









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Keith Richards (Dartford, 18 de dezembro de 1943) é um músico, compositor e ator britânico, considerado um dos grandes nomes do rock do século XX, Richards é mais conhecido como integrante e fundador dos The Rolling Stones. Foi considerado o quarto melhor guitarrista do mundo pela revista norte-americana Rolling Stone.1

Índice


Biografia

Keith Richards nasceu em 18 de dezembro de 1943, em Dartford, Condado de Kent, filho único de Bertrand Richards e Doris Dupree Richards. Ele viveu seus primeiros anos sob o ataque dos foguetes V-1 nazistas sobre sua cidade. Filho de trabalhadores de fábrica e neto de socialistas e líderes de lutas pelos direitos civis, seu contato com a música veio desde criança, através do avô Gus, que tinha em sua casa um velho violão de cordas de tripas, como diz sua autobiografia.2
Keith, ainda jovem, admirava o Rock and Roll e o Blues produzido nos Estados Unidos, sendo fã de Elvis Presley, Muddy Waters e Willie Dixon, entre outros. Estudava na Sidcup School of Art, quando, em 1961, reencontrou o amigo de infância Mick Jagger, também aficionado em Blues. Logo Keith abandonou os estudos e investiu tudo na banda3 .
Admirador do tipo de música do guitarrista negro americano Chuck Berry, um dos precursores do rock’n'roll, Keith foi o principal responsável pela introdução do rhythm and blues no repertório da banda, que ele desenvolveu com o outro fundador, Brian Jones, introduzindo um som de duas guitarras na linha rítmica dos Stones, fazendo a diferença com o grupo que explodia no mundo todo na época do começo de sua carreira, os Beatles e criando um som mais pesado.
Considerado um dos maiores criadores de riffs – refrões musicais – da história do rock e autor de (I Can't Get No) Satisfaction, o grande hino da carreira dos Stones até hoje – criada durante uma noite insonia num quarto de hotel de Los Angeles em 1965 - Richards e seus companheiros de banda Brian Jones, Mick Jagger, Charlie Watts e Bill Wyman, os originais Rolling Stones, estouraram no Reino Unido e em todo o planeta a partir da segunda metade dos anos 60, fazendo uma música crua e de letras provocativas, misturando rock, folk, pop, soul e gospel, vendendo milhões de discos e arrebatando platéias e fãs em todos os cantos do mundo, quando eram considerados a maior banda rhythm and blues e a segunda maior banda da história, depois de seus eternos rivais-amigos, Os Beatles, a quem faziam o contraponto de “meninos maus”, diferente da imagem de bonzinhos do grupo de Liverpool.
Tem uma parceria histórica com Mick Jagger, a qual foi batizada de The Glimmer Twins. Ambos têm uma relação que vem desde a infância, mas alterna momentos de fraternidade, com vários desencontros e rusgas. Keith, em sua auto-biografia, confessou que não suporta as pretensões de Jagger, seus “cálculos”, seu excesso de atenção aos negócios, sua ânsia pela aprovação do establishment e sua tendência ocasional de tratar Richards e os outros membros da banda como empregados, tendo afirmado: "...Eu adorava andar com Mick, mas não entro em seu camarim acho que faz uns vinte anos. Às vezes, sinto saudades do meu amigo"4 . Em outra vez, afirmou: "As únicas coisas de que Mick e eu discordamos é a banda, a música e o que fazemos."5

Keith em Hannover 2006
Keith tem dois filhos de sua ligação com a atriz e mulher de diversas atividades culturais Anita Pallenberg, sua companheira nos primeiros anos de drogas e loucuras com os Rolling Stones. Em 1976, enquanto Keith estava em excursão, o terceiro filho dele com Pallenberg, um bebê chamado Tara, morreu no berço6 . Seu vício em Drogas, público e ostensivo marcou época. Em 1973, os editores da revista especializada New Musical Express puseram Keith no topo de sua lista anual de “estrelas do rock com maior probabilidade de morrer” naquele ano7 . Mesmo para um roqueiro, em uma época em que a experimentação e uso de narcóticos entre astros do Rock era uma moda quase obrigatória, Richards consumia quantidades hercúleas de Heroína, Cocaína, Mescalina, LSD, Peiote, Mandrax, Tuinal, Maconha, além de muitas bebidas alcoólicas, o que levou observadores a acharem que ele estava com os dias contados8 . Richards permaneceu no topo da agourenta lista de seu observatório da morte por dez anos, até que, o New Musical Express finalmente jogou a toalha e admitiu que ele era "imortal"9 . O ponto decisivo para Keith, foi quando do incidente em Toronto em 1977: Keith fora detido com grande quantidade de drogas, processado pela justiça canadense,e quase condenado como Traficante Internacional de Drogas. Depois disso, começou a se tratar da dependência. Reza a lenda que Keith trocou todo o seu sangue numa clinica suíça, para ajudá-lo a se livrar da dependência da heroína que pontuou sua vida durante os anos 60 e 70.
Desta parte mais depressiva de sua vida, Richards emergiu curado do vício e casado com a modelo nova-iorquina Patti Hansen, uma das mais famosas e bonitas do mundo na época, com quem tem duas filhas: Theodora Dupree (18 de março de 1985) e Alexandra Nicole (28 de junho de 1986).
Além de seu trabalho com os Stones, Keith também manteve uma carreira solo paralela, além de gravar com outros artistas como Steve Jordan, Tom Waits, John Phillips, Aretha Franklin, Bono, The Edge e outros.
Com mais de 70 anos e ainda mantendo a mesma postura de guitarrista rebelde, o velho pirata do rock Keith Richards ainda roda o mundo em grandes concertos com os Rolling Stones, que entraram para o Livro Guiness de Recordes com o segundo maior show da história, nas areias da praia de Copacabana - Rio de Janeiro, no começo de 2006, para um público estimado de dois milhões e cem mil pessoas em um show gratuito, acompanhado por 40 milhões de telespectadores ao vivo pela televisão. Keith já declarou certa vez: “De vez em quando, você olha para os próprios pés e pensa ‘é a mesma mer... de sempre todas as noites’”10 . No entanto, quando em uma entrevista para Zéca Camargo, foi perguntado sobre sua aposentadoria dos palcos, respondeu sorrindo: "...te convido para o meu funeral!"
Em 2007, Keith fez uma participação especial no filme Piratas do Caribe - No Fim do Mundo, como Capitão Teague, pai de Jack Sparrow, interpretado por Johnny Depp, e reprisou o papel no filme Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas que estreou em 20 de maio de 2011.

Livro infantil

Avô de cinco netos, Keith Richards admitiu que foi o seu avô Gus que o fez apaixonar-se pela música e a escolher a guitarra como instrumento para toda a vida.
Em 2014 escreveu uma história infantil chamada "Gus & eu", em parceria com Barnaby Harris e Bill Shapiro, editada em setembro de 2014 na língua inglesa (e que será editada no mercado português pela editora Jacarandá, com tradução de Maria da Fé Peres.)11

Sonoridade típica

Um dos segredos da sonoridade única produzida por Keith é a afinação diferente de sua guitarra, que ele descobriu “...no final de 1968 ou início de 1969...”, segundo o próprio, depois que descobriu um dos segredos do blues. As seis cordas da Guitarra Elétrica são normalmente afinadas em mi-lá-ré-sol-si-mi12 . Depois de colaborar com o grande instrumentista e arranjador Ry Cooder, Richards aprendeu e adotou a afinação em sol aberto, em que a guitarra é afinada num acorde em sol: ré-sol-ré-sol-si-ré13 . Bluesman do Mississippi, como Robert Johnson ou Charley Patton usavam essa afinação. Richards retirou a corda mais baixa de uma Fender Telecaster afinada em sol-ré-sol-si-ré e produziu os riffs de Tumbling Dice, Brown Sugar, Honky Tonk Women, All Down the Line, Can’t You Hear Me Knocking, entre outros. Tocar essas músicas na afinação tradicional não produzem o mesmo ronco, o som ressoante que Keith Richards produz em, digamos, Get Yer Ya-Ya's Out! The Rolling Stones in Concert, o melhor disco ao vivo dos Stones14 .

Principais trabalhos

Álbuns com os The Rolling Stones
  • Aftermath
  • Out of Our Heads
  • Their Satanic Majesties Request
  • Beggars Banquet
  • Let It Bleed
  • Sticky Fingers
  • Exile on Main Street
  • Goats Head Soup
  • It's Only Rock'n Roll
  • Tattoo You
  • Voodoo Lounge
Álbum Solo
  • Talk is Cheap
Singles (em parceria com Mick Jagger)
  • Satisfaction (I Can't Get No)
  • Street Fighting Men
  • Simpathy for the Devil
  • Angie
  • Ruby Tuesday
  • It's Only Rock'n Roll
  • Jumping Jack Flash

Discografia solo

  • Talk is Cheap (1988)
  • Live At the Hollywood Palladium (1991)
  • Main Offender (1992)
  • Vintage Vinos (2010)

Contribuições significativas

  • Pirates of the Caribbean - On stranger tides
  • Piratas do Caribe - No Fim do Mundo (2007) - Como Capitão Teague, pai de Jack Sparrow.
  • Pay, Pack & Follow (Gravado durante 1973-1979, lançado em 2001) John Phillips - Co-produtor
  • Timeless: Tribute to Hank Williams (2001) - "You Win Again"
  • Wingless Angels (1993) - Produtor
  • Bradley Barn Sessions (1993) George Jones - Dueto em "Say It Isn't You"
  • Hail! Hail! Rock'n'Roll (1987) Trilha sonora
  • Jumpin' Jack Flash (1986) Trilha sonora
  • Sun City, Artists United Against Apartheid (1985) - Tocou em "Silver and Gold" com Bono e The Edge do U2
  • "Run Rudolph Run" (1979) Compacto de Natal

Referências

  • The 100 Greatest Artists of All Time: Keith Richards (em inglês) Rolling Stone. Visitado em 12 de janeiro de 2012.
  • Christopher Sandford (30 de julho de 2007). Sex, drugs and guns: As rocker Keith Richards releases his memoirs, how much can the hellraiser really remember? Daily Mail. Visitado em 17 de dezembro de 2012.
  • http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-52/baratos-e-negocios/curtindo-adoidado
  • http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-52/baratos-e-negocios/curtindo-adoidado
  • http://www.grandesmensagens.com.br/frases-de-keith-richards.html
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  • Livro infantil de Keith Richards chega a Portugal em outubro.
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  • Ligações externas

    Commons
    O Commons possui imagens e outras mídias sobre Keith Richards
    Wikiquote
    O Wikiquote possui citações de ou sobre: Keith Richards

    Fonte: wikipedia

    quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

    O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)


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    O Piloto Poeta

    Guiado pelas estrelas Antoine de Saint-Exupéry, viajou pelo mundo, decifrou o céu, criou laços entre as pessoas. Diminuindo as distâncias, fez o mundo parecer menor. Escrevendo, fez do nosso planeta, um mundo maior.

    O Essencial

    Antoine de Saint-Exupéry partiu para Nova York no fim de Dezembro de 1940, onde começou a desenhar, na frente aos editores, o recorrente menino de cabelos rebeldes. Quando lhe perguntavam, respondia: “Não é nada de mais, é apenas o garoto que existe no meu coração.”
    A primeira edição do Pequeno Príncipe apareceu em abril de 1943. Ele recebeu um dos primeiros exemplares alguns dias antes do seu embarque para a África do Norte. Atravessou o Atlântico a bordo de um navio com tropas americanas para lutar pela França ocupada pelo exército alemão. No dia 31 de Julho de 1944 não retornou da sua última missão.
    Toda a obra de Saint-Exupéry é centrada em valores fundamentais e universais. Elas fazem parte do nosso patrimônio. São os valores dos homens solidários, responsáveis e persistentes.

    A Toalete do Planeta

    Um pequeno príncipe nos convida a olhar com atenção o planeta que habitamos, cheio de presentes oferecidos pela natureza. Presentes aparentes ou escondidos, renováveis ou limitados. Mas todos eles revelam segredos quando os observamos com o olhar cristalino de uma criança.
    Estrelas que sabem sorrir.
    Antoine de Saint-Exupéry resgatou a criança que existe em cada um de nós, com encanto, ética e beleza.

    O Livro

    O Pequeno Príncipe é o terceiro livro mais vendido do mundo. Possui cerca de 134 milhões de livros vendidos em todo mundo, 8 Milhões só no Brasil e foi traduzido em mais de 220 línguas e dialetos.
    É um dos personagens mais famosos e queridos de todos os tempos, que empolga crianças e adultos com ensinamentos inesquecíveis. Sua história deixa marcas pela forma simples de suas mensagens de otimismo, simplicidade e amor ao nosso planeta. 
             “As estrelas são todas iluminadas...

             Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?”
             Antoine de Saint-Exupéry

    Fonte completa (aqui). Vale a visita!

    sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

    O rock brasiliense do Capital Inicial

    Amor de fã não se explica... se sente!
    Este é o Converse #CapitalInicial da Ana Carolina Tolentino.
    Nem dá pra perceber o amor dela pela banda, neah? Lindo! S2




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    Capital Inicial é uma banda de rock brasileira formada em Brasília, Distrito Federal, no ano de 1982, depois que o grupo Aborto Elétrico encerrou as atividades, dando início também à banda Legião Urbana. A banda é composta por Dinho Ouro Preto (vocais e guitarra), Flávio Lemos (baixo), Fê Lemos (bateria), Yves Passarell (guitarra) e, pelos músicos de apoio Robledo Silva (teclado e violões) e Fabiano Carelli (guitarra e violão). Nos últimos anos sofreu grandes modificações em seu estilo, tendo como maior influência o rock inglês.

    História

    O início

    Brasília, maio de 1983, um grupo de jovens é preso por usar pulseiras de tachas, alfinetes e bolsas sob a alegação destes acessórios serem armas em potencial. A resposta veio no editorial do "Fan Zine", em seu segundo número, escrito por um jovem que assinava apenas "Dinho". O Fan Zine trazia outros assuntos, como a "discografia básica da nova música", que incluía Sex Pistols, The Clash, The Damned, Ramones, Siouxsie & the Banshees, Public Image Ltd, Adam & the Ants, Joy Division, U.K. Subs e Dead Kennedys.
    Naquelas páginas, às vezes escritas a mão, com colagens de outras publicações, lia-se um pequeno panorama do punk rock de Brasília (com letras do Aborto Elétrico, XXX e Plebe Rude), quadrinhos, poesias e textos de diversos colaboradores (Hermano Vianna, Marcelo Rubens Paiva, Guilherme Isnard, entre outros). A postura deste grupo que expunha seus pensamentos através da música, de fanzines e de sua atitude, pode ser caracterizada pela música "Geração Coca-cola", de Renato Russo, como fez Jamari França em artigo publicado no Jornal do Brasil, em 12 de novembro de 1984, quando reproduziu os versos da canção: "Depois de 20 anos de escola / não é difícil aprender / todas as manhas deste jogo sujo / não é assim que tem que ser? / vamos fazer nosso dever de casa / aí então vocês vão ver / suas crianças derrubando reis / fazer comédia no cinema com suas leis. / Somos os filhos da revolução / somos burgueses sem religião / somos o futuro da nação / Geração Coca-Cola".

    Surgimento da banda (1982-1985)

    O Capital Inicial surgiu em 1982, formado pelos irmãos Fê Lemos (bateria) e Flávio Lemos (baixo), ex-integrantes do Aborto Elétrico, ao lado de Renato Russo, e Loro Jones (guitarra), oriundo da banda Blitz 64. Em 1983, Dinho Ouro Preto, após um estágio como baixista da banda "dado e o reino animal" (assim mesmo, com letras minúsculas), onde também tocavam Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, entra para os vocais. Em julho estreiam em Brasília, tocando em seguida em São Paulo (SESC Pompeia) e no Rio de Janeiro (Circo Voador). Aliás, esta foi uma das características marcantes do início da carreira: as constantes viagens e apresentações nos principais palcos do underground do rock brasileiro.
    Em 1984, o ritmo cada vez maior de viagens indica a necessidade de estarem mais próximos do seu principal mercado, as regiões Sudeste e Sul. No final do ano assinam seu primeiro contrato fonográfico, com a CBS (atual Sony), e se mudam para São Paulo no inicio de 1985. Logo em seguida lançam seu primeiro registro em vinil, o compacto duplo "Descendo o Rio Nilo/Leve Desespero". Ainda neste ano integram o elenco da trilha sonora do primeiro "filme-rock" brasileiro, "Areias Escaldantes", de Francisco de Paula, ao lado de Ultraje a Rigor, Titãs, Lobão e os Ronaldos, Ira!, Metrô, Lulu Santos e May East.

    Primeiros discos

    O primeiro LP, Capital Inicial, já pela Polygram, foi lançado em 1986 e recebeu ótimas críticas. "Um rock limpo, vigoroso, dançante e sobretudo competente, a quilômetros de distância da mesmice que assaltou a música pop brasileira nos últimos tempos", assim o jornalista Mário Nery abre a crítica ao disco no caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, em 29 de julho de 1986. O álbum trazia músicas como "Música Urbana", "Psicopata", "Fátima", "Veraneio Vascaína" (censurada pela Polícia Federal), "Leve Desespero" entre outras, e levou o Capital Inicial ao seu primeiro disco de ouro.
    Em 1987, contando com o tecladista Bozzo Barretti em sua formação, o Capital Inicial lança seu segundo disco, Independência, emplacando "Prova", "Independência", a regravação de Descendo o Rio Nilo, e conquista o segundo disco de ouro. Neste ano, é convidado para abrir os shows da turnê do cantor inglês Sting em São Paulo (Estacionamento do Anhembi), Rio de Janeiro no Maracanã, Belo Horizonte no Estádio Independência, Brasília no Estádio Mané Garrincha e Porto Alegre no Estádio Olímpico Monumental.
    Você Não Precisa Entender chega as lojas de todo o país em 1988, com mais hits, "A Portas Fechadas", "Pedra Na Mão" e "Fogo". O ano de 1989 marca o lançamento do álbum Todos os Lados, com destaque para as faixas "Todos os Lados", "Mickey Mouse em Moscou" e "Belos e Malditos". Em 1990 participam do festival Hollywood Rock, realizado em São Paulo e no Rio de Janeiro.
    O álbum Eletricidade, lançado em 1991, marca o início de mudanças no Capital Inicial, começando pela gravadora. O álbum, lançado pela BMG, trazia uma versão para "The Passenger", de Iggy Pop, batizada de "O Passageiro", e composições como "Cai a Noite", "Kamikaze" e "Todas as Noites". Neste mesmo ano, participam da segunda edição do festival Rock in Rio.

    Divergências

    Em 1992, Bozzo Barretti deixa o grupo, e em 1993, divergências musicais e pessoais levam o vocalista Dinho Ouro Preto a seguir carreira solo. Enquanto isso, o Capital Inicial, agora com o santista Murilo Lima (ex-banda Rúcula) nos vocais, lança Rua 47 em 1995.
    Em 1996 a banda lança Capital Inicial Ao Vivo, o primeiro pela Qualé Cumpadi Records, gravadora independente que a banda monta, e o segundo pela Rede Brasil Discos, atual Alpha Discos. Durante os próximos cinco anos a banda praticamente desaparece da mídia, levando muitos a acreditar que a banda tinha acabado. Mas a verdade é que a banda nunca parou de excursionar e fazer shows, e se manteve ativa numa época de baixa do rock brasileiro.

    A volta do Capital Inicial

    São Paulo, março de 1998, amadurecidos, com o respaldo do lançamento, pela Polygram, do álbum O Melhor do Capital Inicial, da constante execução de suas músicas pelas maiores emissoras de rádio e, principalmente, com o apoio dos fãs; que mantiveram o Capital Inicial vivo, seus quatro integrantes originais decidem voltar aos palcos. Dinho Ouro Preto, Loro Jones, Fê Lemos e Flávio Lemos voltam à estrada com um novo show, uma comemoração aos 15 anos da banda e aos 20 anos do nascimento do rock candango. O repertório traz sucessos, faixas pouco conhecidas e composições de bandas que fizeram parte da cena de Brasília nos anos 80, como Plebe Rude, Legião Urbana e Finis Africae.
    Em julho do mesmo ano a banda assina com a gravadora Abril Music, e em setembro ruma para Nashville no Tennessee, EUA, onde gravam Atrás dos Olhos. Este disco é produzido por David Zá, que entre outros trabalhou com artistas como Prince, Billy Idol e Fine Young Cannibals. As músicas mais executadas desse disco foram "O Mundo" de Pit Passarell, baixista da banda Viper e amigo da banda, "1999" e "Eu Vou Estar". Todas essas músicas tiveram videoclipes com grande repercussão junto ao público da MTV, sendo que "O Mundo" concorreu a cinco prêmios na edição de 1999 do Video Music Brasil.
    Este mesmo ano de 1998 assiste ainda o lançamento de mais duas coletâneas pela Universal (ex-PolyGram): um álbum da série Millennium, com vinte músicas pinçadas dos quatro primeiros discos, e um álbum de canções do grupo remixadas por produtores e DJs famosos do Brasil. Infelizmente esta mesma gravadora reluta ainda em relançar os discos originais, apesar do evidente prejuízo que tal atitude traz à banda, e a insatisfação dos fãs.
    O ano de 1999 é dedicado à turnê brasileira e, ao longo dos shows, a banda, além dos antigos fãs, encontra um novo público, adolescentes que não conhecem seus primeiros discos. Então surge a ideia de fazer um disco ao vivo, juntando novos e antigos sucessos. Rapidamente esta ideia se transforma no projeto de um disco acústico, em parceria com a MTV.
    O último ano do século XX começa com a banda se preparando para a gravação do Acústico MTV, que acaba ocorrendo em março com a participação do cantor e compositor Kiko Zambianchi. O disco é lançado dia 26 de maio, e a primeira tiragem rapidamente se esgota nas principais lojas do Brasil. A primeira música escolhida para tocar nas rádios, "Tudo Que Vai", de Alvin L., Toni Platão e Dado Villa-Lobos, é amplamente executada em todo o país, e a banda vê reconhecido o seu empenho em fazer um disco acústico de rock simples, despojado, mas com a mesma atitude dos seus melhores discos. Isso fica claro em 2001 (ano da participação do grupo no terceiro Rock in Rio), quando o sucesso "Natasha" explode entre as músicas mais executadas nas rádios de todo o Brasil e faz com que as vendas do disco alcançassem mais de 1 milhão de cópias, colocando assim o Capital Inicial como uma das maiores bandas do rock brasileiro.
    Em 2002, após a turnê "desplugada" o Capital volta com força total às guitarras fazendo um disco totalmente rock n' roll e com vocal mais agressivo. Saída do Loro Jones, para carreira solo e fazendo ponta em Cinema em Brasília. Com Yves Passarel assumindo o posto de guitarrista, é lançado Rosas e Vinho Tinto. Os hits "A Sua Maneira" (um cover da música "De Música Ligera" da banda argentina Soda estereo) e "Mais" explodem nas rádios e o disco já alcança a marca de 200 mil cópias vendidas. Em 2004, a banda lança giGAntE!, um álbum não tão criativo quanto seu anterior, com melodias nada inspiradas e letras superficiais, mas que, mesmo assim emplacou alguns hits. Após a turnê de giGAntE!, a banda se dedica a um antigo projeto, regravar as músicas da banda Aborto Elétrico (a banda que originou Capital Inicial e Legião Urbana) com os arranjos originais. Lançam em 2005, CD e DVD MTV Especial: Aborto Elétrico com algumas das canções da banda lendária de Brasília.

    Recentemente

    O álbum Eu Nunca Disse Adeus é lançado em 2007, com uma sonoridade diferente, tanto melódica quanto vocal, onde Dinho Ouro Preto faz uso de seu timbre grave, não abusando dos gritos que permearam os tres álbuns anteriores (Rosas e Vinho Tinto, Gigante e MTV Especial: Aborto Elétrico). Neste álbum destaque para as faixas, "A Vida É Minha (E Eu Faço o que Eu Quiser)", "Eu e Minha Estupidez", "Aqui", e o primeiro single "Eu Nunca Disse Adeus". Neste mesmo ano venceu o Prêmio Multishow 2007 na categoria Melhor Grupo.
    Em 2008, lança o álbum ao vivo Multishow ao Vivo: Capital Inicial em Brasília para comemorar os 25 anos da carreira. O disco foi gravado em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, no dia 21 de abril, aniversário da cidade e que contou com mais de 1 milhão de pessoas na plateia. Participaram do show os músicos convidados Robledo Silva e Fabiano Carelli. A primeira música de trabalho do álbum é "Algum Dia", e a segunda é "Dançando com a Lua".
    No sábado do dia 31 de outubro de 2009, a banda estava fazendo um show em Patos de Minas, Minas Gerais, quando Dinho Ouro Preto teve uma queda de três metros de altura do palco, assustando seus fãs do Brasil. Dinho sofreu traumatismo craniano leve e uma fratura na costela; e após cinco dias de internação, o cantor voltou para a UTI por causa de uma infecção.
    No dia 30 de dezembro, o vocalista Dinho saiu do hospital, depois de quase um mês internado. Após deixar o hospital Dinho e o integrantes da banda entraram em estúdio para a gravação do décimo quinto álbum do grupo Das Kapital. O disco traz algumas canções que contam um pouco do drama vivido por Dinho. Lançado no dia 2 de junho de 2010, o primeiro single do álbum foi "Depois da Meia Noite", liberado para as rádios de todo Brasil.
    A banda também tocou no Rock in Rio 2011, no dia 24 de setembro.

    Integrantes

    Formação atual

    Fonte completa, biografia e discografia (aqui).

    sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

    Sid Vicious - ícone da cultura punk! (Sex Pistols)



    Sid Vicious (nome artístico de John Simon Ritchie-Beverly, Londres, 10 de Maio de 1957Nova Iorque, 2 de Fevereiro de 1979) foi um músico inglês, conhecido por tratar-se de um ícone da cultura punk, baixista da banda Sex Pistols.
    Sid Vicious, antes de entrar para a banda Sex Pistols, era baterista do Siouxsie & The Banshees. Também foi vocalista da banda The Flowers Of Romance.

    Biografia

    Infância

    Sid Vicious nasceu em 10 de maio de 1957, em Londres. Batizado como John Simon Ritchie, era filho de um ex-guarda, John Ritchie, e de Anne Randall, uma hippie, o que o deixava mais solto. Alguns o consideravam meio problemático desde pequeno, tinha carência de atenção e fazia de tudo para que todos olhassem para ele. A "família" morava em Lee Green e seu pai abandonou Anne logo após seu nascimento.
    Com 3 anos, John foi com a mãe para Ibiza (ilha espanhola) com a ajuda financeira do pai. Anne vendia drogas para sobreviver e, após perder o apoio financeiro do "ex", foi obrigada a voltar para a Inglaterra com John.
    Após a volta de Ibiza, John e a mãe não se estabeleciam em uma residência fixa e a mãe acabou se casando com Christover Beverly, que morreu 6 meses depois, antes mesmo de adotar a criança. Em 1971 (ou 1974 - varia conforme a fonte) John mudou-se para Hackney (com ou sem a mãe, também varia de acordo com a fonte). Segundo o que se conta, o garoto foi estudar fotografia e arte e nessa época já tinha tido empregos temporários e já tinha vendido LSD em concertos para ajudar a mãe.

    O encontro com Johnny Rotten

    Em Hackney (bairro no nordeste de Londres), John conheceu John Joseph Lydon (que mais tarde se tornou Johnny Rotten), John Wardle e John Gray, formando "o bando de Johns". Nessa época, ele se tornou bem amigo de John Lydon e eles já eram considerados estranhos, ele já pintava os cabelos (influenciado por David Bowie) e os dois achavam a educação algo completamente inútil.
    Antes de ser Sid Vicious, John eram chamado de Sly e acabou trocando seu apelido após levar uma mordida do roedor de John Lyndon, Sydney, e chamá-lo de perverso (vicious significa perverso em inglês - daí surgiu o nome Sid Vicious).
    Sid e John andavam sempre estranhos e Sid se inspirava muito em David Bowie. John não aguentava mais o fanatismo religioso da família e fugiu de casa, levando Sid com ele.
    Abandonando a escola, Sid e o amigo passaram por diversos "squats" (prédios abandonados que são invadidos por jovens, e que passaram a ficar conhecidos por se tornarem centros culturais e de encontros promovidos por punks) e acabaram se estabelecendo no apartamento de Linda Ashby, uma prostituta lésbica amiga deles.

    A formação dos Sex Pistols e a Sex

    Sid Vicious, ex-integrante do Sex Pistols.
    Nessa época, Sid vivia sem emprego fixo e as idéias anarquistas começavam a se formar. A vida era difícil e, em outro canto da cidade, Malcom McLaren teve a brilhante idéia de criar uma banda (os Sex Pistols) para divulgar sua loja, a Sex, onde vendia roupas roqueiras e acessórios considerados "estranhos" que atraiam jovens como Sid e John.
    Um dia, Sid e John chamaram a atenção de McLaren na Sex pelo seu cabelo vermelho e estilo estranho. O Sex Pistols precisava de um vocalista e Malcon convenceu Lydon a tentar preencher o cargo.
    Foi cantando com uma jukebox a música "I'm Eighteen", de Alice Cooper que Lydon se tornou oficialmente vocalista da banda punk e Sid, que acompanhava de perto se apaixonou de vez pelo estilo.
    Sid substituiu David Bowie pelo punk, que cada vez mais crescia, e, no primeiro festival punk, o 100 Club, em Oxford Street, apareceu como baterista da banda Siouxsie & The Banshees. O festival contava com outras bandas, tais como: Subway Seet, The Clash e os próprios Sex Pistols. Mesmo nunca tendo tocado bateria, Sid impressionou com sua performance que durou pouco pois a banda foi criada apenas para o evento. Após a bateria, Sid se arriscou como vocalista da banda The Flowers of Romance, que também durou pouco.
    Os Sex Pistols cresceram mas havia constantes brigas entre Johnny Rotten (Lydon já havia adquirido o novo nome nessa época) e o baixista Glen Matlock - que segundo o que dizem, era o único da banda que realmente sabia tocar.

    A entrada nos Sex Pistols e o fim da banda

    Sem Matlock, Malcom foi atrás de Vicious para assumir a vaga de baixista. Sid não sabia tocar mas compensava em seu estilo e aparência, o mais importante da banda. Em março de 1977, Sid entra para os Pistols e recusa a ajuda de Matlock para aprender a tocar baixo.
    Como Sid não sabia tocar baixo, Jones(o guitarrista da banda) teve que ajudalo em todas as músicas do cd da banda, com exceção de "Anarchy in the UK" que o Glen Matlock (baixista original da banda) gravou. Além disso, nos shows ele so fazia pose, quem tocava era um cara que ficava atras do palco.
    Mesmo que não tivesse nenhum senso sobre como tocar, Sid era uma imagem publicitária enorme para os Pistols e eles fecham um contrato com a A&M Records. Como a festa de comemoração do novo contrato acabou em muita baixaria (bem ao estilo deles), a A&M cancelou tudo e eles estavam novamente sem gravadora.
    Com os problemas causados pelas letras polêmicas e infligência as regras impostas pela rainha da Inglaterra (eles foram proibidos de tocar em território inglês então fizeram um show em um barco, sob as águas da Inglaterra) eles foram parar na cadeia. Eles começaram a ser obrigados a tocar escondidos e a palavra "bollocks" no encarte de seu disco (Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols) fez com que ele fosse retirado das lojas.
    Para a felicidade de McLaren, os Sex Pistols deixavam notícias por onde passavam. Porém, além de alguns problemas envolvendo Sid e Nancy, as brigas entre os integrantes fez com que a banda finalmente acabasse, em 1978, em São Francisco após a turnê americana.
    Os outros integrantes dos Pistols nunca gostaram de Sid, viam ele como um idiota.

    Sid e Nancy

    O encontro

    Em novembro de 1977, Sid conheceu Nancy Spungen, por quem se apaixonou. Nancy era uma drogada que tentava a vida como prostituta em Nova York e acabou com fama de groupie, por correr atrás de vários astros do rock. Ninguém gostava dela, então ela arriscou a sorte na Inglaterra e foi parar no apartamento da amiga Linda, o mesmo de Sid e Johnny, bem na epóca que Sid entrou nos Sex Pistols.
    Nancy já era viciada em heroína, enquanto Sid ainda era virgem. Começaram a namorar, e Sid pediu a Nancy que lhe desse heroína, afirmando que já sabia usar. Passou o dia inteiro a vomitar.
    Nancy dividia um colchão com Sid no apartamento.Ela relata que tirou sua virgindade e o encantou.
    Sid se uniu a ela e aos seus amigos e se viciaram juntos em heroína (ele já tinha a filosofia de vida de viver intensamente e morrer jovem). Ele usava maconha e anfetaminas apenas para se divertir.
    Os amigos de Sid tentaram afastá-la dele, e abrir seus olhos. Malcon, sem sucesso, tentou sequestrá-la, mas apenas conseguiu mantê-la fora da turnê americana, porém, Sid bebia e falava de Nancy o tempo todo durante a turnê.
    Após o termino da banda, Sid foi morar com Nancy em Nova York, no hotel Chelsea. Spungen tornou-se sua manager em 1978. Chegou um momento em que Sid estava convencido de que ele era a alma da banda e que poderia muito bem seguir em carreira solo. Até fez uma versão da música My Way (de Paul Anka), mas não foi muito longe. A carreira solo de Sid fracassou completamente e todo o dinheiro que conseguia era destinado ao vício em heroína.

    A morte de Nancy

    Vicious e a namorada brigavam muito e, em 13 de outubro (ou 12 de dezembro, varia conforme a fonte), ele encontrou a namorada morta no banheiro do quarto nº100, onde moravam com uma facada no abdome. Uma das histórias, diz que Sid estava drogado e a matou. Outra versão, envolve dinheiro desaparecido durante o assassinato e conta que Nancy foi assassinada por um traficante que vivia no apartamento. A terceira versão da história diz que Nancy, drogada, se matou. Ela não esperava nada da vida e eles tinham um pacto de suicídio.
    Sid foi preso acusado de assassinar a mulher e, arrasado, tentou se matar várias vezes na cadeia e, enquanto esteve lá, Sid escreveu poesias e músicas para Nancy.
    Juntando 30 mil dólares, a gravadora pagou a fiança e Sid foi libertado. Dizem que ele era um bom compositor e que as letras escritas na prisão nunca foram gravadas.

    A recuperação de Sid e sua morte

    Após ser liberado, Sid começa a namorar Michelle Robinson e, mesmo estando com ela, ele se envolve com a namorada do irmão de Patti Smith, Todd Smith. A história acaba em briga e Sid agride Todd com uma garrafa de cerveja em seu rosto. Sid retorna a cadeia e mais uma vez sob fiança, sai de lá após 55 dias com liberdade condicional.
    Todos acreditavam na desintoxicação de Sid mas, após a festa em homenagem a sua libertação na casa de sua mãe, ele se trancou no banheiro e injetou uma dose a mais de heroína. Depois foi achado morto, deitado de costas na cama do apartamento de Michelle Robinson, na manhã de 2 de fevereiro de 1979, aos 21 anos, de overdose de heroína. Acredita-se que Sid havia roubado a droga da própria mãe (que tem registro de prisáo por posse de drogas).
    Após a morte, sua mãe encontrou na sua jaqueta uma carta suicida que dizia:
    We had a death pact, and I have to keep my half of the bargain. Please bury me next to my baby in my leather jacket, jeans and motorcycle boots. Goodbye.[27]
    "Nós tinhamos um pacto de morte, e eu tenho que manter minha parte no trato. Por favor, me enterre próximo a minha querida com minha jaqueta de couro, jeans e botas de motoqueiro".
    Pelo fato de Nancy ser judia e ter sido enterrada em cemitério israelita, Vicious não foi autorizado a ser enterrado junto a Nancy. Ele foi cremado e conta-se que sua mãe perdeu parte de suas cinzas no aeroporto de Heathrow e depositou o resto no túmulo de Nancy, contrariando as autoridades judaicas.
    O seu romance com Nancy tornou-se a versão de Romeu e Julieta no mundo punk.

    Filmografia

    • Sex Pistols Number One (1976, ohj. Derek Jarman)
    • Jubilee (1978, ohj. Derek Jarman)
    • Will Your Son Turn into Sid Vicious? (1978)
    • The Great Rock‘n’Roll Swindle (1979, ohj. Julien Temple, VHS, Virgin Films)
    • The Punk Rock Movie (1979, ohj. Don Letts)
    • Dead On Arrival (1981, ohj. Lech Kowalski)
    • The Filth and the Fury (2000, ohj. Julien Temple, VHS/NTSC)
    • Sid & Nancy (O Amor Mata) . (1986 Metro Godewyn Mayer)
    • Amor a moda de Springfield, especial onde os personagens de Simpsons interpretam as mais famosas histórias de amor, uma delas é a de Sid e Nancy.

    Ver também

    Ligações externas

    Fonte completa (aqui)